Muito, muito triste tudo q aconteceu na Rússia nas duas últimas semanas. A foto de uma adolescente q teria se auto-imolado, levando a morte de cerca de 40 pessoas num atentado, estampou um rosto lindo marcado pela dor. Dor da perda. Ela fez guerra ou dela desistiu, pois não fazia mais amor. Vingou a morte do namorado também envolvido na porradaria q cerca a quinquilharia stalinista q resiste no poder. A Tchetchênia e quintais à volta tem de estar subjugados à antiga KGB, hoje, FSB.
E sabe qual é a maior ironia disso tudo? Medvedev, Puttin e companheiros são hoje os maiores aliados deste éden materialista q é a Europa Ocidental. Inglaterra, Alemanha, França e afins nunca vão admitir isso, contudo, eles certamente devem pensar sobre a possibilidade da chegada ao poder desta turma q mescla distorção islâmica, etnias fratricidas e ódio histórico à unificação inflingida pós-1917. Imagine essa turma no poder, distribuindo bombas, em trens pelo Velho Continente.
Infelizmente, acredito q a minha geração ainda verá o homem-bomba atômica. A tecnologia de destruição em massa rende muito dinheiro. E neste momento, 24h dia, empresas dos EUA/FRANÇA/RÚSSIA/CHINA/INGLATERRA, os países q alcançam o maior proft global com vendas de armas, estão trabalhando a pleno vapor.
Os kamikases ensinaram ao mundo já na Segunda Guerra Mundial do século XX q o corpo pode ser a mensagem. No século XXI não há alvo a ser atingido. Ele é invisível sob carne e osso.
03/04/10
